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terça-feira, abril 21, 2015

marcelo serpa ou "marcelo ferpas" - leia-se farpas

“longe de ser santo”, mas que espera “que um milagre aconteça”: “que as agências comecem a

dizer não a propostas indignas, a concorrências indecentes, que estão destruindo o que as

gerações anteriores de grandes publicitários demoraram tanto para construir”
.



Um olhar crítico sobre o passado e o futuro da publicidade. Essa foi a proposta da apresentação de Marcello Serpa no início da noite dessa quarta-feira 15 no palco do Wave Festival, no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Falando para uma plateia lotada e atenta, Serpa lançou várias provocações, entre elas: “a mídia social acabou”, “o viral morreu” e “o instagram é a nova mídia impressa”. 

Em sua avaliação, o “fim” da mídia social é decorrência da redução “a quase zero” dos algoritmos de viralização orgânica em redes como o Facebook. “Com o tempo, descobre-se que não existe almoço de graça. O Facebook e o Youtube são como traficantes que vão dando a cocaína de graça na porta da escola para depois começar a cobrar dos viciados”, comparou. “Hoje tudo é pago, então, parem de chamar de mídia social. São empresas de mídia, estão concorrendo com a Rede Globo. Não tem mais um milhão de views de graça.”

E, para ele, junto com o fim da mídia social, lá se foi o sonho do viral. “Não tem mais o sonho do anunciante com a mídia social e a internet gratuita. Isso significa uma coisa muito boa: que agora é pago e temos que gastar dinheiro em produções sensacionais também para o digital. Chega de filminho baratinho. Se está gastando muito dinheiro na mídia, tem que gastar também na produção.”

Serpa salientou que os formados em vídeo estão aumentando muito o faturamento do Facebook, com isso, tudo que a empresa prepara para o futuro é baseado em vídeo. “É a volta dos que não foram, vamos voltar a fazer filmes”, comemorou. Comentando sobre outra rede social da qual diz gostar muito, o publicitário disse que “o instagram é a nova mídia impressa”. “É uma imagem e um título.”

De tudo que aprendeu no passado, Serpa deixou à plateia dois conselhos: “seja simples nas campanhas, nas estratégias, nas ideias” e “seja imprevisível” – “o clichê conforta os medíocres enquanto protege os covardes”, disse.

Sobraram farpas também para a presidente Dilma Rousseff. “A Dilma não é uma boa diretora de criação. Não sabe apresentar campanha, não sabe se relacionar com cliente, não fez o caminho básico, que mesmo na categoria política tem que ser feito, nunca foi eleita antes de ser presidente, não sabe escrever bem, não tem portfolio e não sabe criar bem.


e finalmente:


“Os clientes não perceberam ainda que num mundo com (...) tanta 

possibilidade de ver conteúdos, os caras que sabem fazer isso com maior 

talento valem mais do que eles estão querendo pagar. (...) Não adianta 

economizar, cortar e o trabalho ficar ruim. Mais do que nunca, é preciso ter 

pessoas talentosas, das mais diversas áreas, criando coisas que sejam 

absolutamente relevantes, interessantes, impactantes, sedutoras. (...) Os 

anunciantes estão colocando muito dinheiro numa tentativa de achar uma 

decisão segura. E muito pouco dinheiro em achar soluções brilhantes. (...) 

Hoje as pessoas estão mais preocupadas em não perder do que em 

ganhar”.

(direto do meio&mensagem, para fazer cógecazinhas na mesa dos medíocres, no rabo dos covardes e no culhão dos poderosos)

domingo, outubro 24, 2010

josé rousseff


democracia vagaba esta nossa. não resiste a uma bolinha de papel e ainda fica encalacrada com um meio rolo de fita crepe.
durante década nos vangloriamos de ser um pais bunda. mas nada mais que isso somos. pais de merda sim. chulo, mais apropriado. a caminho do final de um segundo turno e o que temos para conduzir o país? estadistas é que não temos. se o brasileiro fosse mesmo um povo que não tivesse sido destituido de honra, ética e moral(valores e não valore$) desde o nascedouro deste país e votos não seriam dados a quem se alavanca para presidir o país - sempre em nome do bem estar do povo e da glória de deus - aprovando os tais métodos de suas campanhas. campanha propositiva? qual o quê? desprovidos de substancia nada mais resta a josé rousseff que apelar a busca monocórdica da baixaria e do escândalo como moeda de elevação ao trono. concurso de arremesso de cuspe, tem mais ética e atrativos. e o que dizer dos homens de marketing e publicitários que vendem os gambás com perfume de esperteza barata? que tipo de profissional são estes que não conseguem fazer mais do que hoje qualquer um faria, chapa 3 do conhecimento adquirido em qualquer faculdade de resina mas que não consegue produzir nada interessante - com brilho seria pedir demais - para não falar embasado, ao menos, de uma ideologia de esmalte político que não fosse o aborto da personalidade em troca de votinhos da ala evangélica ou católica, hoje, fazendo mais que os nazi-facistas de plantão(sim, diz a constituição que o brasil é um país laico pero em seu money, está lá, deus seja louvado, o diabo, pois, não faria melhor - .
recursos visuais manjados, as velhas babuskas posando do velho jogo do adivinha onde está a moeda, jingles desprezíveis, como os candidatos e seus assesores, publicitários idem, o detraquê a posar com o déjà-vú e a culminar com os trocadilhos baratos do tipo é o fim da picada para rimar com escandalo de acumpunturista, e no canto dos cisne as gírias entonadas pela locução da hyunday. e aí dilma, ? (e agora josé?) seria este o fim do discurso de guerrilheiros e exilados que por outras vias bem mais purulentas querem por que querem chegar ao poder?
as faces dos duas caras se fundem e nos fodem. mas nem ligamos porque o brasil nunca mostra a verdadeira cara de quem paga pra gente ficar assim. idem o povo que permanece sócio de quem sabe qual é o negócio ao contrário do que se diz por ai.