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quinta-feira, maio 15, 2014

a quem se perdeu no meio do caminho ou aos que já estão perdidos antes de começar



STEVE JOBS sempre acreditou que no final sempre vence o melhor. Que as tentações de meio de caminho são muitas, mas apenas capazes de mudar a direção de pessoas com espírito fraco. Que eleito um foco nada a conceder. No dia 24 de agosto de 2011, ao se despedir, entregou a APPLE disputando com a EXXON o título da empresa mais valiosa do mundo. Mais valiosa que todos os seus demais rivais e desafetos, muito especialmente MICROSOFT e GOOGLE. Se dependesse só dele, jamais deixaria o comando... A saúde, mais que debilitada, falou mais alto.

Em sua cabeça, desde o início, a definição de um campo de atuação, a crença nos princípios, e a determinação de criar um mundo e uma plataforma únicos. Ainda que no curto e médio prazo deixasse de ganhar muito dinheiro e contabilizasse desvantagens, apostava na meritocracia do mercado. Que seria reconhecido, e levaria todos os louros. Em benefício dessa consistência viu muitas de suas inovações serem copiadas e faturadas por seus principais inimigos. Muito especialmente a MICROSOFT que “roubou” o seu WINDOWS, muitos concorrentes que pegaram carona no iPHONE, e todos os que se referenciaram no iPAD. Independente de tudo isso, e mesmo amargando dissabores no plano tático, venceu, prevaleceu, superou, conduziu.

Ao se despedir, foi comedido, “Eu sempre disse que se chegasse o dia em que não pudesse mais cumprir meus deveres e expectativas como diretor - executivo da APPLE, eu seria o primeiro a dizer-lhes. Infelizmente esse dia chegou”. A maçã mordida na parede e ao fundo, assim desde sua concepção, de certa forma sinalizava através do pedaço faltante, a partida futura de seu criador; e o futuro chegou.

Com o emblemático, carismático e inovador líder, aprendemos importantes lições, através de suas manifestações em diferentes momentos e circunstâncias. Aprendemos, por exemplo, que “Nascemos, vivemos por um tempo breve, e morremos; a tecnologia não muda isso, se é que tem a capacidade de mudar alguma coisa”. Assim como que “A inovação é o que distingue o líder de um seguidor”. Segundo ele, a maior parte das pessoas prefere passar seus dias vendendo água com açúcar, e outras procurando uma oportunidade de mudar o mundo. Ao WALL STREET JOURNAL, em 1993, confessou, “Não tenho o menor interesse em ser reconhecido um dia como o homem mais rico do cemitério; prefiro ir todos os dias para a cama dizendo para mim mesmo que fiz algo de maravilhoso”.

Recomendava a todos os seus colaboradores que para caminhar para frente era essencial, sempre, “Pensar diferente”. Que “Os verdadeiros artistas são aqueles que criam coisas reais e que serão usadas”. E dentre suas manifestações, a que fez a formandos de uma universidade americana continua reverberando nos corredores infinitos da internet, todos os dias...
- “Você não consegue ligar os pontos olhando pra frente; você só consegue ligá-los olhando pra trás. Então você tem que confiar que os pontos se ligarão algum dia no futuro. Você tem que confiar em algo – seu instinto, destino, vida, carma, o que for. Esta abordagem nunca me desapontou, e fez toda diferença na minha vida...”
- “Seu tempo é limitado, então não percam tempo vivendo a vida de outro. Não sejam aprisionados pelo dogma – que é viver com os resultados do pensamento de outras pessoas. Não deixe o barulho da opinião dos outros abafar sua voz interior. E mais importante, tenha a coragem de seguir seu coração e sua intuição. Eles de alguma forma já sabem o que você realmente quer se tornar. Tudo o mais é secundário...”
- “Você tem que encontrar o que você gosta. E isso é verdade tanto para o seu trabalho quanto para seus companheiros. Seu trabalho vai ocupar uma grande parte da sua vida, e a única maneira de estar verdadeiramente satisfeito é fazendo aquilo que você acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um ótimo trabalho é fazendo o que você ama fazer. Se você ainda não encontrou, continue procurando. Não se contente. Assim como com as coisas do coração, você saberá quando encontrar. E, como qualquer ótimo relacionamento, fica melhor e melhor com o passar dos anos. Então continue procurando e você vai encontrar. Não se contente...”
Não se contente; nunca! Como era JOBS em seu exuberante reinado no ambiente digital.

( do francisco madia -  em 25/08/2011-  "adeus jobs, o teimoso por crença e sabedoria", espécie de versão do só morre feliz quem vive tentando, apesar da controvérsias em relação aos princípios do jobs)

quinta-feira, novembro 09, 2006

quem pariu mateus que o balance(parte 2)

dar nome ao “negócio dos outros” já não e fácil. parece que complica quando o job é dar nome ao nosso. é quando o nosso negócio é publicidade, vá lá, comunicação, o procedimento pode se tornar uma prosopopéia, uma nau catarineta, um verdadeiro tiro no pé com espingarda de 12. principalmente para quem posa de expert em cagar regras para os clientes, que diga-se de passagem, mais das vezes não estão nem nem aí para as nossas propostas especializadas, no que mais das vezes ultimamente fazem muito bem. não tivessem eles o nome do seu negócio costurado no bolso do colete, passando o job adiante apenas para fazer valer a sua escolha, tripudiando sob todas as “ defesas técnicas”, estas na maior parte das vezes chutadas por nomes outros cheios de nomes.

muitos nomes que você vê por ai – de agências - cuja exemplificação vai acontecer na terceira e última parte deste post, corroboram que não dá mesmo para dar se ouvidos a quem tem a capacidade de batizar seu negócio com tais epítetos.

por hora vamos a um exemplo de marca considerada mundialmente fenomenal, fantástica, cool, cult, e sem rival em sucesso, inovação e faturamento. só para se ver que nome, mais do que uma questão de elaboração pensada estrategicamente ou gosto, é uma questão de desgosto. e grandes. já que gosto se discute sim. e sua formação e desenvolvimento tem causas facilmente detectáveis e corrigiveis, principalmente em meios onde ha estética também na educação e informação, formadores, disciplinadores de cultura, entre elas a cultura do bom gosto.

pois bem, finalizo hoje esta história de nomes com "historinha" igual a esta: " Um dia, estando já com três meses de atraso para criar um nome para sua empresa, um certo dirigente entrou no escritório e determinou: se até às 17h ninguém propuser uma idéia melhor, a companhia terá o nome da minha fruta preferida. Parece que ninguém se apresentou... E esta é a história para o nome da Apple Computers. O dirigente, claro, era Steve Jobs.

agora vá se preparando para a lista de nomes amanhã(só de agências) e me responda como aperitivo, se puder já agora, porque manguaça ou topada, alguém denomina uma agência de publicidade de "armação"?
seria por acaso uma paixão ilimitada pelo juba e lula? bem, nem o diretor de criação soube responder. arrisque você.